quarta-feira, 1 de dezembro de 2021

Flamengo sonda difíceis Jesus e Carvalhal, vigia Gallardo e espera eleição




Por Rodrigo Matos | Uol: O Flamengo não definirá um técnico como alvo, nem fará reuniões antes da eleição para presidente, na qual o atual mandatário Rodolfo Landim concorre à reeleição. Até agora o único movimento da diretoria rubro-negro foi uma sondagem das situações de Jorge Jesus e Carlos Carvalhal, que são considerados bem difíceis. E há uma expectativa sobre a posição de Marcelo Gallardo em relação ao River Plate no final de semana.



A avaliação da diretoria rubro-negra é de que, pela primeira vez desde 2018, tem tempo para escolher o técnico com calma. E, sim, a preferência é pelo mercado estrangeiro e português.

O empresário Bruno Macedo, que representa Jorge Jesus e Carvalhal, está no Brasil por motivos pessoais e para acertar a situação de Bruno Viana, que não ficará no Flamengo. Houve conversa com a diretoria rubro-negra, bem rápida, que incluiu perguntas sobre as situações dos dois técnicos.



Mas a questão é que ambos estão no meio de temporada pelo Benfica e Braga. Jesus está disputando uma vaga nas oitavas-de-final da Champions League e o Campeonato Português. Sua saída é vista como muito difícil a não ser que o Benfica quisesse substitui-lo. Carvalhal também está no meio do ano esportivo no Braga.

Da lista dos candidatos, Marcelo Gallardo, sim, já sinalizou sua saída do River Plate, embora não tenha falado de forma aberta. A avaliação no Flamengo é de que ele não vai dar nenhum passo antes da eleição no clube argentino que ocorre no final de semana, assim como a rubro-negra. Ele poderia prejudicar o candidato da situação.



Assim, no caso do argentino, o calendário casa com o do Flamengo. Mas não houve nenhum contato prévio com o treinador. Há sondagem da Federação Uruguaia.

Portanto, no momento, dirigentes rubro-negros fazem um mapeamento do mercado. Até porque ainda não se sabe exatamente quanto dinheiro haverá para o investimento. Nenhuma reunião será feita nesta semana.



É certo que, ao contrário do que ocorreu com Renato e Rogério Ceni, o Flamengo não vê necessidade de procurar um técnico brasileiro para apressar as coisas. A avaliação é de que eles foram contratados em situação específicas, no meio de uma temporada, em que não haveria possibilidade de adaptação de um estrangeiro.


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Imagem: Divulgação

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