sábado, 28 de agosto de 2021

Renato Gaúcho revela conselhos que dá para Gabigol e diz a qual é principal diferença do elenco do Flamengo




ESPN: O Flamengo foi até a Vila Belmiro na noite deste sábado (28) para encarar o Santos pela 18ª rodada do Campeonato Brasileiro e venceu por 4 a 0, com três gols de Gabigol e um do estreante Andreas Pereira.



Após a partida, o técnico Renato Gaúcho falou sobre as provocações escutadas pelo camisa 9 rubro-negro e ainda revelou conversas que teve com seu comandado sobre a seleção brasileira.

“Às vezes, ele também encontra uns ‘chatões’ do outro lado. A gente sabe o quanto ele é chato aqui. Mas ele levou na brincadeira, até. Porque ele jogou aqui, conquistou, também. Na época que eu jogava, eu sempre falava que no momento que o adversário está te provocando é porque eles te respeitam, eles têm medo. E eu acho que o mais importante de tudo é que todo mundo fala para o Gabriel para ele se concentrar em jogar, foi o que ele fez, fez três gols, poderia ter feito mais, mas está de bom tamanho”, disse.



“Ele tem nos ajudado bastante, a gente segura um pouco ele, troco muita ideia com ele, aconselho. Justamente, pelos cartões, para não tomar, para não prejudicar a equipe e ele. Eu sempre digo a ele, que tudo que ele faz, dentro e fora de campo, o treinador da seleção brasileira está observando. Mas ele tem tomado cuidado. A maior prova disso, o que ele poderia fazer em resposta é fazer gol. Eu falei para ele isso. ‘Faz o gol, não tem o que falar, você é o Gabigol. Vai, faz o gol, ajuda a gente e ponto final”, completou.

O treinador ainda exaltou seu banco de reservas e o nível de atuação de seus atletas, afirmando que essa é uma dor de cabeça agradável e que isso diferencia o Fla de outros times.



“Todos os setores estão andando muito bem. Toda vez que eu chamo um jogador, ele vem, não somente o Maia e o Matheuzinho, todos os jogadores que eu chamo dão conta do recado, quem tem começado, tem começado bem, É uma dor de cabeça boa, agradável, eu gosto desse tipo de dor, para que eu tenha esse tipo de problema até para escalar a equipe”, afirmou.

“Duro é se o jogador não está rendendo em campo, você olha para o lado e sabe que o jogador do banco também não vai render. Aqui é diferente, todo mundo quer, busca seu espaço e deixa essa dor de cabeça para mim. Isso é fruto do trabalho de todos os departamentos do clube”, finalizou.


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Imagem: Fernanda Luz/AGIF

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