quarta-feira, 22 de abril de 2020

Compra de Gabigol a longo prazo alivia Fla em dias de crise e alta da moeda



Considerado o clube mais saudável do país sob o ponto de vista financeiro, o Flamengo não foge à regra e também faz suas contas em tempos de pandemia da Covid-19 . Entre os compromissos assumidos este ano pelo departamento de futebol rubro-negro, Gabigol tem sido motivo de "alívio" para a cúpula do time carioca.


Como as parcelas de pagamento estão diluídas ao longo dos cinco anos de contrato, o Rubro-Negro se livrou de pagar um alto valor para a Inter de Milão ainda em 2020, cabendo um novo repasse apenas em 2021. O primeiro pagamento ajudou os italianos na aquisição do meia dinamarquês Christian Eriksen.

Pelo balanço financeiro divulgado, o camisa 9 custou 16,5 milhões de euros (R$ 76,6 milhões na cotação da época). Com a alta crescente da moeda, este compromisso em "fatias" a longo prazo dá algum fôlego ao Fla. Na última semana, o Rubro-Negro aderiu a uma linha de crédito de R$ 40 milhões , mas este empréstimo já estava previsto muito antes da explosão da crise.


Esta tática de alongar os pagamentos tem sido usada com frequência na Gávea, já que as transações de Bruno Henrique, Vitinho e Gerson, por exemplo, foram modeladas desta forma. O meia só terá a sua transação 100% quitada em 2023.

Reforços que chegaram este ano, Michael e Léo Pereira também foram comprados em prestações. O clube não conseguiu cumprir em dia um dos pagamentos pactuados com o Athletico-PR e renegocia prazos no acordo pelo defensor. Com o atraso de R$ 8,8 milhões que seriam pagos pela Adidas , o Flamengo tenta adequar despesas e receitas. Ainda que a situação seja analisada de forma minuciosa, a direção entende que há estabilidade mínima nas contas.

Se há contas a serem pagas, o Rubro-Negro também conta com algumas entradas, visto que há dinheiro para receber pelas transações de Felipe Vizeu e Jean Lucas.



Fonte: Uol

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