MOSAICO
A torcida preparou, pela primeira vez, um mosaico 3D e ainda frente e verso. Na primeira parte, em um mar de cartelas verdes, duas faixas gigantes e uma bola em movimento simulavam o gol de falta de Zico contra o Cobreloa na final da Libertadores de 1981. Depois, os torcedores viravam as cartelas e, em vermelho, preto e branco, formavam a frase "seremos campeões".
O Flamengo começou a partida com uma surpresa na escalação. Por um problema de última hora, Mancuello foi sacado. Com isso, Trauco foi adiantado e Renê entrou na lateral esquerda. E logo no começo, o peruano mostrou estar inspirado. Aos 6 minutos, fez um lindo lançamento para Guerrero, que dividiu com Weverton e contou com falha de Thiago Heleno para escorar de cabeça e abrir o placar. O Rubro-Negro começou fulminante. Aos 15, Arão avançou pela direita e cruzou, Diego chutou no ângulo e marcou o segundo. O meia, aliás, com o pé calibrado. Aos 26, acertou a trave em outro chute de fora da área.
DESTAQUE DO FLAMENGO
Com o desfalque de Mancuello de última hora, Trauco foi deslocado para a ponta esquerda, posição que não treinou muito no Fla, mas que já experimentou no Universitario, seu ex-time. A improvisação não prejudicou o time carioca. Pelo contrário. Mostrando personalidade, o peruano deu passe para o gol de Guerrero e foi um dos melhores do time. Autor de golaço, Diego também vinha se destacando, até sair machucado no segundo tempo.
DESTAQUE DO ATLÉTICO-PR
Do lado do Furacão, o lateral-direito Jonathan foi o melhor do time. Mostrando muita disposição, buscou o jogo intensamente e participou da jogada do gol. O destaque negativo ficou por conta de Thiago Heleno. Lento, o zagueiro falhou duas vezes no lance do gol de Guerrero e mostrou dificuldades em acompanhar os atacantes do Flamengo.
Globoeesporte.com
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