Gerson se reinventa, sonha com a Seleção e diz que elenco do Flamengo não permite dia ruim
Gerson saiu do Fluminense rumo à Europa em 2016, quando ainda se projetava um insinuante driblador, de assistências, gols e lances plásticos. Em 2019, chegou ao Flamengo, depois de três temporadas na Itália, para exercer uma função mais cerebral, ser influente com e sem a bola, na origem das jogadas ofensivas, e não mais na conclusão, e também na marcação. A naturalidade com que se apossou do meio-campo da melhor equipe brasileira em muitos e muitos anos foi espantosa. Um dos vários pilares do Flamengo, Gerson passou a ser observado também pela seleção brasileira. Nessa entrevista ao blog, o jogador fala sobre o sonho de ser convocado e também detalha sua reinvenção, iniciativa sua, depois de uma primeira temporada ruim na Roma. – Antes eu era o cara do gol ou da assistência. Passei a entender que, mesmo sem isso, poderia ter influência no jogo. Essa é uma evolução que me dá prazer. Eu me tornei um jogador muito mais completo Leia a íntegra da entrevista (as pergunt...