Flamengo novamente não se impõe, empata e vai dando adeus ao título do Brasileiro



O Flamengo mais uma vez não soube se impor e conseguir a vitória diante de um adversário que apesar de ser um rival histórico, não desempenha uma grande campanha no campeonato, fica a sensação que o Flamengo joga conforme o adversário, quando joga contra times competitivos joga igualmente competitivo, mas quando joga contra times mais frágeis como hoje, joga igualmente ao adversário, times assim não ganham nada.


O empate de 1 a 1 na noite deste sábado, no Mané Garrincha, com gols de Andrés Ríos e Luiz Gustavo, contra, não foi bom para ninguém. O Vasco permanece na zona de rebaixamento do Brasileiro, em 17º lugar, com 25 pontos, enquanto o Flamengo, quarto colocado, com 45 pontos, perdeu a chance de encostar nos líderes, Internacional e São Paulo, que podem aumentar a vantagem para sete pontos.

Com três desfalques - Desábato e Pikachu, suspensos, além de Wagner, que conseguiu a rescisão de contrato via Justiça -, o técnico Alberto Valentim surpreendeu não apenas o torcedor como o Flamengo. Com o trio de volantes formado por Bruno Silva, Willian Maranhão e Raul, o Cruzmaltino dominou o meio de campo e, com Fabrício aberto na ponta, criou as melhores e mais perigosas chances do primeiro tempo.

De carta fora do baralho sob o comando de Jorginho, o lateral-esquerdo foi a surpresa na escalação. Aberto na ponta, deixou Maxi López cara a cara com Diego Alves e, de fora da área colocou o goleiro rubro-negro para trabalhar mais uma vez. Pressionado pela queda eliminação na Libertadores e queda de rendimento no returno do Brasileiro, o Flamengo voltou a decepcionar a torcida que era maioria em Brasília.

Isolado no ataque, Uribe, à distância, viu Vitinho e Diego arriscarem chutes de longa distância e lamentou o excesso de bolas levantadas na área. A difícil semana no Rio, marcada por protestos e reunião com organizadas, foi transformada em motivação pelo Vasco. Mais efetivo com a bola nos pés, a equipe contou com um inspirado Raul para explorar os buracos na marcação rubro-negra.

O futebol não tem lógica, mas, às vezes, é justo. Aos 27 minutos, Andrés Ríos abriu o placar no rebote do chute de Maxi López. Bem postado, o Vasco resistiu com êxito a pressão do Flamengo e foi para o intervalo em vantagem.

O segundo tempo começou com a temperatura elevada. Logo aos dois minutos, Maxi López acertou uma cabeçada no travessão. A resposta veio na finalização à queima-roupa de Lucas Paquetá e na tentativa de cobertura de Vitinho, mas Martín Silva apareceu bem nas duas defesas. Aos 12 minutos o tempo fechou. Vitinho e Maranhão se estranharam e Diego acabou expulso, por reclamação.

O gol de empate do Flamengo, aos 17 minutos, foi um duplo castigo para o Vasco. Pelo domínio e pela cabeçada de Luiz Gustavo contra o próprio patrimônio. O prejuízo aumentou com a saída de Bruno Silva, após uma forte dividida com Luiz Gustavo. Alberto Valentim já havia feito as três substituições e ficou com um a menos após o volante, que chegou a ficar desacordado, deixou o gramado de ambulância, que teve que ser empurrada pelos jogadores para deixar o estádio.

Maxi López bem que tentou mudar o placar. Na garra, na força, o argentino lamentou o chute rasteiro rente à trave esquerda de Diego Alves. Assim como Willian Maranhão, da entrada da área. O Flamengo, que já havia sacado o único centroavante, insistia na ineficaz b








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