Em seu melhor momento com a camisa rubro-negra, Paolo Guerrero teve uma lembrança na noite desta quarta-feira, no Maracanã, onde o Flamengo bateu o Atlético-PR. O peruano foi alertado por companheiros que o gol feito diante dos paranaenses lembrou o marcado contra o Chelsea com a camisa do Corinthians na final do Mundial, lance mais importante de sua carreira.
Ao comemorar, Guerrero disparou em direção à torcida, mas Réver foi a “voz da consciência” e o alertou:
– Queria dar um abraço na torcida, mas o Réver disse: “Não abraça eles, não, porque você vai tomar um amarelo” (risos). Hoje houve um detalhe muito importante que foi o que a torcida fez com o Cirino. Fiquei muito feliz. Dá motivação especial, esquenta a vontade dos jogadores. A torcida foi grandiosa, incrível. Eles gostam de todos”.
Sobre a saída de Diego, que levou uma pancada no joelho direito, Guerrero viu um Flamengo com menos controle, porém tão aguerrido quanto estava antes da saída de seu principal atleta.
– Todos sabem que Diego é muito importante, sabe organizar e controla bem o jogo. Temos jogadores que podem substituí-lo. Temos faltas por expulsões e por lesões. Minha sensação é de que o time continuou mesmo. Perdemos um pouco o controle no meio, mas não deixamos de lutar e seguimos lutando. Com certeza o menino Matheus Savio vai pegar experiência e vai se soltar para jogar também.
Guerrero e o entrosamento com Trauco
Por fim, Guerrero falou do entrosamento que tem com Trauco. As jogadas que têm os dois como protagonistas se repetem constantemente na temporada.
– Eu procuro as costas dos zagueiros, às vezes falo com meus companheiros. Quem dirijo bem é o Trauco, ele enfia bem a bola. Quando tenho que proteger, ser o pivô, eu vou ser também. Mas eu tento dar opção. Quero no peito, mas também quero nas costas dos zagueiros. Tenho que mexer
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