O volante Márcio Araújo, ao lado de Guerrero, foi um dos destaques do Flamengo na vitória por 3 a 1 sobre a Universidad Católica. Três roubadas de bola, quatro desarmes, uma falta cometida e 42 de 42 passes certos. Esses foram os números do jogador, que desabafou no fim da partida válida pela quinta rodada da fase de grupos da Libertadores.
– O mais importante é a vitória, sem focar um jogador ou outro. Quando vamos mal, as críticas são pesadas. O reconhecimento passa. Temos de acostumar com vitórias, não ficar em uma coisa só, mas no resultado. Muito mais importante do que a atuação do Guerrero, a minha, é a vitória. Falamos de grupo, e grupo vence campeonato. Temos brigado. Acho que vale muito mais exaltar o projeto e o ano do Flamengo – disse o volante, que prosseguiu.
– Ontem, eu era o pior jogador do mundo, não sabia dar um passe. Então, pés no chão. Acho que o empenho do time, aquilo que o Zé Ricardo tem feito, merece ser destacado. Jogamos sem o Diego, que é o nosso camisa 10, nosso craque, que estava jogando muito. Temos conseguido superar essas ausências. Vale exaltar o trabalho do grupo, da comissão técnica. Estamos na final do estadual, na melhor campanha. O trabalho tem sido árduo e bem feito – finalizou Márcio Araújo, na zona mista do Maracanã.
Natural de São Luís, no Maranhão, o volante rubro-negro garante: o estilo humilde é um dos motivos pelos quais ele está no Flamengo desde 2014.
– Sempre fui pés no chão. Desde quando saí de São Luís. Acho que por isso estou aqui até hoje, por saber viver cada momento, não me iludir com o que acontece externamente. Agradeço muito a Deus por tudo o que tem feito na minha vida. Sei tudo o que vivi, as pessoas que me ajudaram. Só pelas minhas forças não teria conquistado o que conquistei. Fonte: Globo Esporte
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