O CEO da Lagardère, o francês Aymeric Magne, está em Paris para submeter o contrato de compra da concessão do Maracanã aos executivos da matriz da empresa.
A Odebrecht, que venderá a concessão, confirma a ida do executivo a Paris, mas diz que ainda falta um detalhe para a assinatura do contrato, o que poderá ser feito na volta do executivo ao Brasil.
O blog apurou que este detalhe é referente à cláusula de confidencialidade.
Sem licitação
A ideia do governo do Estado é ver a questão resolvida rapidamente. Em contato com o Panorama Esportivo, a assessoria de imprensa do governo não confirma a intenção de realizar uma nova licitação.
A Odebrecht também refuta esta possibilidade e disse que não houve sinalização do governo neste sentido. A Lagardère garante o mesmo.
Apesar de um novo modelo de licitação estar à disposição, feito pela Fundação Getúlio Vargas, o processo demandaria custos do governo e tempo demais para o seu desfecho: até cinco meses.
A Lagardère é a única empresa na concorrência para a compra da concessão. A GL Events/CSM desistiu. Só voltaria ao páreo com nova licitação.ção do governo neste sentido. A Lagardère garante o mesmo.
Apesar de um novo modelo de licitação estar à disposição, feito pela Fundação Getúlio Vargas, o processo demandaria custos do governo e tempo demais para o seu desfecho: até cinco meses.
A Lagardère é a única empresa na concorrência para a compra da concessão. A GL Events/CSM desistiu. Só voltaria ao páreo com nova licitação.
Fonte: Gian Amato | O Globo
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